Prof Denny
Estudantes, a Vídeo aula CMSP dessa semana vimos a utilização de objetos para a construção de instrumentos musicais não convencionais,e a utilização do corpo como instrumento para a musica.
Vamos recordar.
Guarde as sua anotações.
Música e outras sonoridades – Instrumentação não convencional
Dentro do
universo dos ‘recursos não convencionais’, conseguimos identificar uma série de
possíveis categorias. Aqui, você encontrará algumas indicações, mas estas,
obviamente, não são as únicas. Com certeza você conhecerá outros exemplos e
poderá enriquecer as nossas referências, comentando abaixo com as suas próprias
sugestões.
Música com
o corpo:
a
utilização do corpo como fonte de som e música, explorando um dos mais
versáteis recursos existentes.
Música com
objetos em sua forma original:
a
utilização dos objetos da maneira que foram construídos, explorando as
possibilidades sonoras e mantendo o formato original.
Música com
materiais recicláveis:
construção
de instrumentos convencionais ou não-convencionais, a partir de matéria prima
reciclável ou lixo.
Música com
recursos naturais:
exploração
dos recursos da natureza, de uma forma musical.
Para
ampliação de seu repertório pessoal, observe abaixo alguns conceitos importantes para o desenvolvimento
das atividades corporais na dança.
Você pode acompanhar essa aula no caderno do aluno do 2 bimestre.
RUDOLF LABAN
Rudolf Laban (1879-1958) foi um
dançarino, coreógrafo e artista húngaro que se dedicou ao estudo e
desenvolvimento de um método e sistematização da linguagem da dança e do
movimento. Através de seus estudos e notações, desenvolveu a Corêutica e
Eucinética, que compõem o movimento em si.
A Corêutica estuda a relação do
corpo com o espaço e o desenvolvimento dos movimentos dançados. Fazem parte da
Corêutica o espaço relacionado ao espaço que o corpo desenvolve ao dançar. Aqui
estão os planos ou níveis da dança, o deslocamento no espaço e as direções para
quais o corpo se projeta ao dançar.
Deslocamento - É o percurso utilizado pelo dançarino, respeitando
as marcações específicas de uma determinada coreografia. Existem várias
maneiras para execução dos percursos (deslocamentos) na dança. Girar, correr,
andar, saltar e/ou se arrastar são algumas delas. Esses “caminhos” podem ser
percorridos de formas retas ou curvas, e serem feitos individual ou
coletivamente, exemplos:
• Forma
Direta: é quando os movimentos lineares e retos ocupam um espaço definido,
sem o deslocamento, a envergadura dos braços, das pernas e do tronco. É traçar
um percurso direto para atingir um ponto definido.
• Forma
Flexível: é quando os movimentos do corpo ocupam vários espaços ao mesmo
tempo, utilizando os deslocamentos, as envergaduras e as torções.
Dimensão – A dimensão é a que define a orientação no espaço e
se estende entre duas direções opostas. São elas: amplitude (largura),
comprimento (altura) e profundidade.
Direção – São os sentidos
(trajetos) por onde o movimento percorre, tendo como ponto inicial o centro do
corpo do dançarino. São elas: Frente, Trás, Lado, Diagonais, em cima e em
baixo.
Planos ou Níveis – São relacionados aos planos alto, médio e baixos.
Espaços referentes à altura dos movimentos. Os níveis são definidos pelos
movimentos do corpo no espaço que vão da altura da cintura, abaixo dela ou
acima da cabeça.
A Eucinética estuda a
expressividade dos movimentos, dividindo-os em quatro fatores expressivos que
são divididos em propriedades de movimentos. Estas qualidades não são
estanques, podendo ser aumentadas ou diminuídas. São fatores do movimento:
espaço, fluxo ou fluência, peso e tempo.
ESPAÇO – É no espaço que a dança acontece. Os movimentos
criados pelo corpo são influenciados pelo espaço, e nele encontramos a
Cinesfera (ou Kinesfera), que é o que determina a extensão dos movimentos do
corpo, suas flexões e deslocamentos.
O Espaço se subdivide nos
seguintes tópicos:
Cinesfera (Kinesfera) –É um espaço imaginário que impõe um limite ao corpo
do dançarino ao limite natural do espaço pessoal.
O uso do espaço pode se dar de
duas formas, conforme a qualidade do movimento:
• Forma Direta: é
quando os movimentos lineares e retos ocupam um espaço definido, sem o
deslocamento, a envergadura dos braços, das pernas e do tronco. É traçar um
percurso direto para atingir um ponto
• Forma Flexível: é quando os movimentos do corpo ocupam vários espaços ao mesmo tempo, utilizando os deslocamentos, as envergaduras e as torções.
FLUÊNCIA – É o movimento contínuo, uniforme e progressivo.
Partem do tronco do corpo às extremidades dos membros com movimentos
controlados, mas fluentes ao mesmo tempo. Pode ser dividido entre livre e
controlado.
PESO – São forças utilizadas pelo corpo em relação aos
movimentos. O peso dá o suporte à verticalidade, estabilidade e segurança.
Existem duas qualificações para denominação do peso que são leves (suaves) e
firmes (resistentes).
TEMPO – É o que define na dança os movimentos rápido, lento
e moderado (ritmos métricos). Com ele é possível definir a duração, o ritmo, a
pulsação etc. Pode ser dividido em:
Rápido, quando o dançarino mantém a aceleração constante de um
movimento sem alterações;
Moderado, o meio termo entre o um movimento corporal rápido e um
lento;
Lento, quando o dançarino reduz a velocidade constantemente
dos movimentos corporais quase até parar.
Atividade 1: Sondagem
Essa atividade esta no caderno do aluno, você pode fazer no caderno do aluno.
Neste primeiro contato com a
linguagem da dança, faça um levantamento do repertório pessoal e cultural para
descobrir o que você sabe sobre os
fatores do movimento (tempo, peso, fluência e espaço), quais artistas, grupos e
coletivos paulistas e brasileiros de diferentes épocas conhece , e quais diferentes formas de
expressão, representação e encenação das matrizes indígenas, africanas e
afro-brasileiras têm ou tiveram acesso.
1.
Você costuma prestar atenção em seu corpo? Quais são os movimentos que seu
corpo consegue fazer?
2.
Em qual posição você fica a maior parte do tempo na sala de aula? Você se senta
corretamente? Conhece os ossos e as articulações do corpo?
3. Quais partes do corpo você
pode dobrar, esticar ou torcer?
4.
Você conhece os fatores do movimento em dança? Quais são eles?
5.
Você já assistiu alguma apresentação de dança africana? Se sim, fale sobre a
expressão, representação e encenação do espetáculo. Quais foram as suas
impressões?
6.
Você conhece artistas, bailarinos ou grupos de danças paulistas? Quais?
7.
Você já assistiu apresentações de danças indígenas? Se sim, comente sobre a
expressão, representação e encenação. Quais foram as suas impressões?
8.
Quais grupos ou corpo de dança indígena você conhece?
9.
Você já assistiu as apresentações de danças afro-brasileiras? Se sim, comente
sobre a expressão, representação e encenação. Quais foram as suas impressões?
10.
Quais grupos ou corpo de dança afro-brasileiro você conhece?
11. O que tem em comum na dança
das três culturas: africana, indígena e afro brasileira? E o que é divergente?



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